quinta-feira, 18 de abril de 2013

Leituras da Semana

- UBS sobre o comportamento dos mercados de ações em períodos de fortalecimento do dólar.

- Duas versões da Lei de Goodhart.

- 200 anos de energia nos EUA em quatro gráficos.

- Lawrence Summers resenha o livro de Mark Blythe sobre austeridade.

- Olivier Blanchard e as três velocidades de recuperação da economia mundial.

- O que precisa ser lido sobre a polêmica do erro de cálculo em um trabalho de Reinhart & Rogoff.

- Os vários valores do euro.

- Entrevista da Folha com Marcos Lisboa.

- Edward Glaeser sobre a resiliência de cidades após ataques terroristas.

- Novo paper sobre o efeito de especulação nos preços de commodities.

- TIM x Helen Joyce (a correspondente da The Economist no Brasil).

- Fundamental Units, exposição com fotos em altíssima definição das moedas de menor denominação de 166 países.

- Longa entrevista do Guardian com Jeremy Grantham.

- Se os líderes europeus fossem personagens de The Wire...

- Os "metallectuals", estudiosos e grandes respeitadores do metal.

- A apresentação de vendas do Facebook, em 2004.

- Como impostos ajudaram a mudar a cara do jazz nos anos 1940.

- Como mudou a venda de música ao longo do tempo.

- Um projeto para desenhar todos (!!!) os prédios de Nova York.

8 comentários:

Delfim Bisnetto disse...

O pessoal não tem pegado muito leve com Reinhart-Rogoff?

Segundo a crítica, foram três "erros" totalmente viesados a seu favor. Por que ninguém cogita a hipótese de má fé mesmo?

PJ disse...

Acho que tem um pouco de corporativismo, e também de ser impossível provar que foi má fé. Mas tem bastante gente batendo, principalmente entre os jornalistas e heterodoxos.

Jorge Browne disse...

O Taleb disse no twitter It is very foolish to go after Rogoff alone when about ALL econometrics papers don't replicate. Ou seja, ninguém quer abrir a caixa de Pandora, o popular em jogo de Saci não tem canelada...

iconoclastas disse...

"Por que ninguém cogita a hipótese de má fé mesmo?"

vc está cogitando, mas dado que se trata de algo improvável ( que não se pode provar...) cai na leviandade.

;^/

Jorge Browne disse...

A leviandade foi deles em declarar aos quatro ventos que a dívida causa baixo crescimento baseado naqueles cálculos.

Com tantos erros e cherry-picking, se fossem outros economistas, especialmente heterodoxos, que não os gloriosos e muito mainstream Reinhart e Rogoff a casa tinha caído em cima, pegado fogo e ainda jogariam sal nas cinzas...

Delfim Bisnetto disse...

iconoclastas: "vc está cogitando, mas dado que se trata de algo improvável ( que não se pode provar...) cai na leviandade"

Ok, por que ninguém RELEVANTE cogita?

Tudo bem Não seria uma acusação vazia. Está diretamente relacionada aos limites entre o que a academia aceita como erro e o que rejeita como má fé.

Do jeito que está, parece que estão jogando pra baixo do tapete. E que o erro foi descoberto mais pela falta de noção de um estudante em levar a sério o princípio de replicação do que pela busca da seriedade na pesquisa.

iconoclastas disse...

...levantar suspeitas sobre o carater dos autores, para que?
Para mostrar que nao e apenas o PK que pega os números que lhe convém e os explora como lhe apraz?

Em nível blogal parece fazer sentido...mas só.

Soa mais útil deixar claro que , independente do currículo de quem realiza , essas pesquisas precisam passar por um escrutínio antes de balizarem práticas, que e o que de fato esta a ocorrer.

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"Se, se, se..."

Da-lhe Jorjao!!!

Jorge Browne disse...

"Se, se, se..."
Da-lhe Jorjao!!!


Tá valendo! É o "se" que garante toda a estrutura da macroeconomia atual :) :)