- O blog novo da Helen Joyce, editora da The Economist que deixa o Brasil em breve.
- Hal Varian sobre o negócio de jornais.
- Entrevista do Spiegel com George Soros.
- Físicos e o mercado financeiro.
- Conheça o escritório de Alvin E. Roth, Nobel de Economia do ano passado.
- Chris Blattman sobre o livro novo de Angus Deaton. Deaton sobre Reinhart & Rogoff.
- Stiglitz sobre desigualdade.
- Entrevista de Lula para o El País.
- Onde estão os 1% mais ricos do mundo.
- No quê cada país é líder mundial.
- Pankaj Mishra sobre a Indonésia.
- Como o Grateful Dead levou o basquete masculino da Lituânia aos seus primeiros Jogos Olímpicos.
- Resolvendo problemas de tradução... com vetores, claro.
- Sugestão de presente de Natal para seu amigo estatístico.
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segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Leituras Perdidas
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quarta-feira, 26 de junho de 2013
Leituras da Semana
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| Damn It Feels Good to Be a Gangsta |
- Marc Rich, o lendário negociante de commodities que furou o embargo ao petróleo iraniano e foi perdoado por Bill Clinton (em seu último dia de mandato) morreu hoje, aos 78.
- Faltam médicos no Brasil? (resposta: sim e não)
- Um jornalista da The Economist visita a Coreia do Norte
- Malcolm Gladwell sobre Albert O. Hirschman
- Dani Rodrik sobre crescimento econômico
- Entrevista de Marcos Nobre ao Valor
- Sobre a moralidade da meritocracia
- Onde se bebe mais uísque, rum, gim e tequila.
- Porque as cozinhas chinesa e mexicana dominam o mundo.
- A estranha fronteira entre EUA e Canadá
- Fui procurar sobre procrastinação estruturada depois de ler o livro do Leo Monasterio. Este blog é produto disso, em certa medida.
- As bandeiras mais legais da história
- Avós pelo mundo e a comida que fazem.
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segunda-feira, 17 de junho de 2013
Leituras das Últimas Semanas
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| Tweets pela Europa |
- Entrevista de Nassim Taleb no FT.
- Entrevista de Nate Silver na Folha.
- Entrevista de Barry Eichengreen no Valor.
- A fabulosa base de dados do Fed de St. Louis ficou mais fabulosa ao incorporar mais de 10.000 séries do Banco Mundial.
- Como o governo brasileiro redistribui renda, só que de baixo para cima.
- Bresser e a Argentina.
- Contribuí para esse diálogo Europa - América Latina sobre a crise.
- Dani Rodrik está indo de Harvard para o Institute for Advanced Study.
- O empobrecimento de Portugal.
- Gideon Rachman, do FT, indica cinco livros sobre o mundo pós-1978.
- Um país onde bebês dormem em caixas de papelão.
- Mapas dos tweets do mundo desde 2009.
- Mapas de todos os rios dos EUA.
- Werner Herzog pelo mundo.
- Novos na Companhia das Letras este mês: uma coletânea de textos de FHC sobre pensadores brasileiros, uma nova antologia de Celso Furtado e críticas de jazz de Vinícius de Moraes.
- Arte no Excel.
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sexta-feira, 24 de maio de 2013
Leituras da Semana
- Ambrose Evans-Pritchard compra uma briga sobre o Japão com Kyle Bass.
- A Islândia no pós-crise, mito ou milagre? (nenhum dos dois, claro)
- Almoço do Valor com Armínio Fraga.
- Uma explicação para a falta de papel higiênico na Venezuela.
- O viciante novo site de rankings da Bloomberg.
- Stálin e Churchill, companheiros de copo.
- Um mapa do Brasil que realmente importa.
- Entrevista da Folha com Costa-Gavras sobre O Capital, seu mais recente filme.
- Drauzio Varella sobre Paulo Vanzolini.
- Os 50 melhores jogos da história do Campeonato Brasileiro.
- Piadas de matemáticos.
- A Islândia no pós-crise, mito ou milagre? (nenhum dos dois, claro)
- Almoço do Valor com Armínio Fraga.
- Uma explicação para a falta de papel higiênico na Venezuela.
- O viciante novo site de rankings da Bloomberg.
- Stálin e Churchill, companheiros de copo.
- Um mapa do Brasil que realmente importa.
- Entrevista da Folha com Costa-Gavras sobre O Capital, seu mais recente filme.
- Drauzio Varella sobre Paulo Vanzolini.
- Os 50 melhores jogos da história do Campeonato Brasileiro.
- Piadas de matemáticos.
segunda-feira, 6 de maio de 2013
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Leituras da Semana
- Entrevista de André Lara Resende no Valor. Entrevista de Gustavo Franco no Estado.
- Teoria dos jogos aplicada à guerra cambial. O grande Ariel Rubinstein: "after nearly 40 years of engaging in this field [game theory], I have yet to encounter even a single application of game theory in my daily life."
- Perfil de Janet Yellen no NY Times.
- George Akerlof sobre o futuro da macroeconomia aplicada.
- Como 37 bancos se transformaram nos quatro gigantes americanos.
- A carta de despedida de Jim O'Neill.
- Brian Eno inicia uma troca de cartas com Nassim Taleb.
- Daron Acemoglu Facts e Stuff Keynes Said.
- A melhor carreira para recém-formados nos EUA é... engenharia!
- Stephen Wolfram brincando com dados de usuários do Facebook.
- O projeto mais alucinado da ditadura brasileira?
- Como mudou o mapa da Europa desde os tempos do Império Romano.
- Para quem gosta de listas: 65 pensadores globais e as 500 pessoas mais poderosas do mundo.
- 17 segredos de comissários de voo.
- Teoria dos jogos aplicada à guerra cambial. O grande Ariel Rubinstein: "after nearly 40 years of engaging in this field [game theory], I have yet to encounter even a single application of game theory in my daily life."
- Perfil de Janet Yellen no NY Times.
- George Akerlof sobre o futuro da macroeconomia aplicada.
- Como 37 bancos se transformaram nos quatro gigantes americanos.
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segunda-feira, 22 de abril de 2013
A união monetária ideal para a Alemanha
Michael Cembalest, do J.P. Morgan, estimou (com base em 22 fatores de competitividade) quais seriam os países mais similares a Alemanha, que, em teoria, formariam uma união monetária melhor que a atual (clique para aumentar):
terça-feira, 9 de abril de 2013
O último post sobre tomate (ou: uma anedota do Brasil que não dá certo)
Imagino que, como eu, o leitor não aguenta mais ouvir falar do preço de tomate. Já me desculpo antecipadamente por voltar ao tema, prometo, pela última vez.
O infográfico abaixo está na capa da Folha de hoje, mostrando a viagem de 65 dias que o tomate faz do interior da China até às fábricas que o processam em ketchup e molho, em Goiás:
A história pode ser lida como um imenso jogo de erros, da taxa de câmbio à ridícula ineficiência do produtor e da logística brasileira - de tudo isso já sabemos. Só queria chamar atenção para um detalhe, a cereja do bolo recheado de absurdos: eu já tinha ouvido falar de Urumqi enquanto alimentava minha pequena obsessão por curiosidades geográficas. Da Wikipedia:
Em Português claro: o país com a maior área de terras aráveis do mundo está importando tomates cultivados no lugar do mundo mais longe de uma saída para o mar. Para o comprador brasileiro, aparentemente faz mais sentido financeiramente esperar a viagem de 65 dias de Urumqi até Goiás do que confiar em um produtor nacional. Alguém poderia argumentar que o problema é pontual e vai desaparecer quando o preço do tomate no mercado local ceder, mas ninguém monta uma rede de comércio intercontinental pensando apenas na semana que vem. O tomate de Urumqi é o atestado definitivo (se é que faltavam algum) da enorme incapacidade do país em criar vantagens comparativas. Muito deprimente, mas se há algum lado bom é que o espaço para melhoras é imenso - resta saber o que nos tirará da inércia.
P.S. Notem também que o tempo de transporte de Urumqi até Tianjin é menor do que o tempo de desembaraço em Paranaguá.
O infográfico abaixo está na capa da Folha de hoje, mostrando a viagem de 65 dias que o tomate faz do interior da China até às fábricas que o processam em ketchup e molho, em Goiás:
A história pode ser lida como um imenso jogo de erros, da taxa de câmbio à ridícula ineficiência do produtor e da logística brasileira - de tudo isso já sabemos. Só queria chamar atenção para um detalhe, a cereja do bolo recheado de absurdos: eu já tinha ouvido falar de Urumqi enquanto alimentava minha pequena obsessão por curiosidades geográficas. Da Wikipedia:
Ürümqi has earned a place in the Guinness Book of Records as the most remote city from any sea in the world. It is about 2,500 kilometres (1,600 mi) from the nearest coastline as Ürümqi is the closest major city to the Eurasian pole of inaccessibility.
Em Português claro: o país com a maior área de terras aráveis do mundo está importando tomates cultivados no lugar do mundo mais longe de uma saída para o mar. Para o comprador brasileiro, aparentemente faz mais sentido financeiramente esperar a viagem de 65 dias de Urumqi até Goiás do que confiar em um produtor nacional. Alguém poderia argumentar que o problema é pontual e vai desaparecer quando o preço do tomate no mercado local ceder, mas ninguém monta uma rede de comércio intercontinental pensando apenas na semana que vem. O tomate de Urumqi é o atestado definitivo (se é que faltavam algum) da enorme incapacidade do país em criar vantagens comparativas. Muito deprimente, mas se há algum lado bom é que o espaço para melhoras é imenso - resta saber o que nos tirará da inércia.
P.S. Notem também que o tempo de transporte de Urumqi até Tianjin é menor do que o tempo de desembaraço em Paranaguá.
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quarta-feira, 3 de abril de 2013
Leituras da Semana
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| Cuidado com o tomate |
- Jim O'Neill sobre sua aposentadoria.
- O melhor livro sobre a crise recente? Resenha entusiasmada de Roger B. Myerson (Nobel 2007) de The Bankers' New Clothes.
- Olivier Blanchard e cinco lições da crise para economistas.
- Barry Eichengreen sobre Chipre e União Europeia.
- Os possíveis sucessores de Ben Bernanke.
- Curso novo da Marginal Revolution University sobre a economia do México.
- O país mais afetado pela Grande Depressão (não foram os EUA).
- Edward Chancellor sobre o Japão recente.
- Charles Gave sobre o poder dos governos e supressão de livres mercados.
- Uma cantina contra a "bolha" nos preços do tomate em São Paulo, que, claro, é culpa do governo. Como agir nesses tempos.
- John Kay relembrando Jane Jacobs.
- Salários de professores na OCDE. Alguém já cruzou isso com os resultados nos testes padronizados?
- O mapa dos EUA redesenhado pelo movimento do papel-moeda.
- Usando SimCity para melhorar o trânsito de São Paulo.
- Escolhendo destino de férias aleatoriamente (e economizando).
- Os 25 países menos visitados no mundo.
- Os livros de viagem mais influentes da história.
- Entrevista bacana com Ted Gioia, sobre escrever e jazz.
- Os 70 anos de Manfred Eicher, da icônica ECM.
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quarta-feira, 1 de agosto de 2012
O mundo do dinheiro
A sacada é meio óbvia, mas nunca tinha visto o resultado. Obrigado ao Batata pela dica, fico sem saber para quem dar o crédito pela arte (avisem nos comentários, caso saibam). Clique para aumentar:
Update: o crédito devido. Foi publicado no no Reddit pelo The310Investigator. Obrigado ao anônimo dos comentários.
Update: o crédito devido. Foi publicado no no Reddit pelo The310Investigator. Obrigado ao anônimo dos comentários.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Mapa do Dia - Metal Is the Law
Como diz um grande amigo, metaleiros e pombos podem ser encontrados em qualquer lugar do mundo. O mapa abaixo é de bandas de metal per capita, e quase confirma essa pérola de sabedoria popular. Além disso, tudo indica que o metal está intimamente ligado a desenvolvimento - considerando que os países nórdicos são o paraíso do metal e EUA, Canadá, Austrália e Europa Ocidental também são grandes pólos; enquanto boa parte da África desconhece o valor de bumbos com pedais duplos e solos farofeiros de guitarra. Quem discorrer sobre isso e rodar umas regressões ganha uma publicação em algum periódico importante (ou uma carta humilhante do referee dizendo que países ricos apenas conseguem juntar mais dados sobre qualquer assunto).
Via FlowingData, obrigado Balu pela indicação.
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quarta-feira, 14 de março de 2012
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Gráfico do dia - Ponte Aérea
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Leituras da volta de férias
Finalmente terminei a pilha acumulada durante agosto. Isso é o que sobreviveu ao teste dessas poucas semanas (em perspectiva, é incrível o tempo que se perde com ruído e besteiras no dia-a-dia):
- A segunda parte da carta trimestral de Jeremy Grantham, cada vez mais pessimista com o que aconteceu com o capitalismo e, sobretudo, com os EUA (na concepção dele, tomou o título da Argentina de "governo mais disfuncional") depois da crise de 2007 / 2008.
- O texto mais recente de Michael Lewis, sobre sua viagem a Alemanha - só porque o autor já conquistou uma reputação, mas o texto é ruim, cheio de estereótipos, teorias sociais furadas e piadinhas sem graça. Ouso dizer que soa algo ressentido pelo sucesso da economia alemã (com tantos "quadrados" viciados em regras e banqueiros burros no comando) após a crise, comparado ao fiasco dos EUA. O Scott Locklin fez uma crítica ácida e muito melhor do que qualquer uma que eu conseguiria escrever (e talvez o texto original valha mais por despertar esse tipo de reação).
- Essa matéria da Der Spiegel, que alimenta a tradicional imagem de especuladores como destruidores de economias e do bem-estar geral - como todos sabem, também são culpados pela extinção dos dinossauros e pelas forminhas de gelo não se auto-encherem depois de utilizadas. Apesar dessa e de outras concepções que são, acho, equivocadas, é um bom exemplo do zeitgeist e traz alguns depoimentos interessantes.
- Os bons estrategistas da Nomura, Kevin Gaynor e Bob Janjuah, atualizam sua visão sobre os mercados e o estado da economia global. A Nomura tem sido, com folga, a casa de research que mais tem acertado o cenário macro, talvez pela boa influência do guru Richard Koo, ou porque o mundo de fato está virando japonês, no mau sentido.
- A melhor coisa que saiu de Jackson Hole este ano foi o trabalho apresentado por Dani Rodrik, da Kennedy School de Harvard. Ele fala da convergência entre os países em desenvolvimento e o mundo desenvolvido em termos realistas, sem extrapolações: ao longo da história, episódios de crescimento acelerado por muitos anos são exceção, não regra; e, choque para os ortodoxos, a transformação estrutural necessária para o desenvolvimento raramente vem do livre mercado e das "boas práticas" de gerenciamento macroeconômico (estas servem para evitar desastres, entretanto). O paper inteiro é excelente; os apressados, como de costume, podem ficar só com a introdução e a conclusão.
- Nassim Taleb e seu sócio, Mark Spitznagel, pregam um ativismo moral contra ações de bancos. O site de Taleb diz que ele está em "indeterminate leave", alguém sabe se a saúde dele está bem?
- Bônus: todo mundo já deve ter visto, mas não custa recomendar de novo o mapa que a The Economist fez comparando os estados do Brasil com países. Paulistanos, muszą uczyć się języka Polski!
- A segunda parte da carta trimestral de Jeremy Grantham, cada vez mais pessimista com o que aconteceu com o capitalismo e, sobretudo, com os EUA (na concepção dele, tomou o título da Argentina de "governo mais disfuncional") depois da crise de 2007 / 2008.
- O texto mais recente de Michael Lewis, sobre sua viagem a Alemanha - só porque o autor já conquistou uma reputação, mas o texto é ruim, cheio de estereótipos, teorias sociais furadas e piadinhas sem graça. Ouso dizer que soa algo ressentido pelo sucesso da economia alemã (com tantos "quadrados" viciados em regras e banqueiros burros no comando) após a crise, comparado ao fiasco dos EUA. O Scott Locklin fez uma crítica ácida e muito melhor do que qualquer uma que eu conseguiria escrever (e talvez o texto original valha mais por despertar esse tipo de reação).
- Essa matéria da Der Spiegel, que alimenta a tradicional imagem de especuladores como destruidores de economias e do bem-estar geral - como todos sabem, também são culpados pela extinção dos dinossauros e pelas forminhas de gelo não se auto-encherem depois de utilizadas. Apesar dessa e de outras concepções que são, acho, equivocadas, é um bom exemplo do zeitgeist e traz alguns depoimentos interessantes.
- Os bons estrategistas da Nomura, Kevin Gaynor e Bob Janjuah, atualizam sua visão sobre os mercados e o estado da economia global. A Nomura tem sido, com folga, a casa de research que mais tem acertado o cenário macro, talvez pela boa influência do guru Richard Koo, ou porque o mundo de fato está virando japonês, no mau sentido.
- A melhor coisa que saiu de Jackson Hole este ano foi o trabalho apresentado por Dani Rodrik, da Kennedy School de Harvard. Ele fala da convergência entre os países em desenvolvimento e o mundo desenvolvido em termos realistas, sem extrapolações: ao longo da história, episódios de crescimento acelerado por muitos anos são exceção, não regra; e, choque para os ortodoxos, a transformação estrutural necessária para o desenvolvimento raramente vem do livre mercado e das "boas práticas" de gerenciamento macroeconômico (estas servem para evitar desastres, entretanto). O paper inteiro é excelente; os apressados, como de costume, podem ficar só com a introdução e a conclusão.
- Nassim Taleb e seu sócio, Mark Spitznagel, pregam um ativismo moral contra ações de bancos. O site de Taleb diz que ele está em "indeterminate leave", alguém sabe se a saúde dele está bem?
- Bônus: todo mundo já deve ter visto, mas não custa recomendar de novo o mapa que a The Economist fez comparando os estados do Brasil com países. Paulistanos, muszą uczyć się języka Polski!
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Leituras pra terminar a semana
Para honrar o dia da semana, mais banalidades do que o usual:
- O tamanho (literal) das dívidas americanas.
- Uma boa análise da proposta de reestruturação da dívida da Grécia.
- O "bolhômetro" de tecnologia chega no nívei seis (de dez) - obrigado, Soneca.
- Um programa da Bloomberg sobre Michael Burry, um dos personagens de The Big Short
- A Apple entre os países do mundo.
- Agnes, Dieter e os Papadopoulos, uma fábula de famílias européias - bastante simplista, mas serve para ilustrar parte do espírito.
- Pocalia! Os chineses estão pirateando Apple Stores inteiras.
- Mapas do Brasil distorcidos por vários parâmetros econômicos / sociais - obrigado, Balu (crédito devido: os mapas são do Daniel Bronfen).
- Scott Adams (o pai do Dilbert) sobre confirmation bias: "In a world of 24-hour news, non-stop punditry, and the Internet, my hypothesis is that confirmation bias has moved to critical levels."
- Isso aqui oô, é um pouquinho da Rússia, iaiá (ou, como diria o Tyler Cowen, the culture that is Russia): o país finalmente passará a classificar cerveja como bebida alcoólica (até esta semana, bebidas com menos de 10% de teor alcoólico eram "foodstuff"). E começa a campanha para a volta de Putin à presidência no ano que vem, com um concurso que dará um iPad para que as moças arranquem as roupas pelo czar. Bônus: This Is Russia, propaganda à parte (valeu, Luiz).
- Uma fantástica animação com algumas capas de discos da Blue Note.
P.S. Tem uma entrevista muito boa do Barry Eichengreen no caderno de fim de semana no Valor, vale procurar.
- O tamanho (literal) das dívidas americanas.
- Uma boa análise da proposta de reestruturação da dívida da Grécia.
- O "bolhômetro" de tecnologia chega no nívei seis (de dez) - obrigado, Soneca.
- Um programa da Bloomberg sobre Michael Burry, um dos personagens de The Big Short
- A Apple entre os países do mundo.
- Agnes, Dieter e os Papadopoulos, uma fábula de famílias européias - bastante simplista, mas serve para ilustrar parte do espírito.
- Pocalia! Os chineses estão pirateando Apple Stores inteiras.
- Mapas do Brasil distorcidos por vários parâmetros econômicos / sociais - obrigado, Balu (crédito devido: os mapas são do Daniel Bronfen).
- Scott Adams (o pai do Dilbert) sobre confirmation bias: "In a world of 24-hour news, non-stop punditry, and the Internet, my hypothesis is that confirmation bias has moved to critical levels."
- Isso aqui oô, é um pouquinho da Rússia, iaiá (ou, como diria o Tyler Cowen, the culture that is Russia): o país finalmente passará a classificar cerveja como bebida alcoólica (até esta semana, bebidas com menos de 10% de teor alcoólico eram "foodstuff"). E começa a campanha para a volta de Putin à presidência no ano que vem, com um concurso que dará um iPad para que as moças arranquem as roupas pelo czar. Bônus: This Is Russia, propaganda à parte (valeu, Luiz).
- Uma fantástica animação com algumas capas de discos da Blue Note.
P.S. Tem uma entrevista muito boa do Barry Eichengreen no caderno de fim de semana no Valor, vale procurar.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Leituras da QUARTA-feira
- George Soros convoca os "verdadeiros europeus" para mais um grande passo na integração do continente. Estou lendo o Pós-Guerra, do Tony Judt (um modesto volume de mais de 800 páginas, em letra miúda) e começando a entender porque, defesa dos interesses dos bancos à parte, muita gente se dispõe a lutar pela União Européia. Ah, acho que vale adicionar nos favoritos esse A-List do Financial Times, todo dia tem algum figurão comentando um assunto atual.
- René Magritte e a Grécia, na carta trimestral da Greenlight Capital, de David Einhorn.
- O Leonardo Monasterio puxa a comparação recorrente entre análise técnica e crenças esotéricas, deu uma boa discussão.
- O Financial Times segue decretando o fim do boom econômico do Brasil.
- A The Economist acredita na Itália, desde que, claro, o custo de financiamento da dívida não entre em órbita.
- Artigo do Mansueto Almeida na Folha do domingo, sobre o BNDES.
- O dinheiro da ilha de Yap, no Pacífico: discos de pedra de três metros de diâmetro, cuja elaboração empregava 10% da população de homens adultos. Curioso seria alguém estudar o impacto de uma política monetária expansionista em um ambiente desse tipo: dobrar a base monetária aumentaria brutalmente a demanda por mão de obra, com todas as consequências. Seria o sonho de Ben Bernanke & companhia.
Update: um comentarista anônimo e mais letrado do que este escriba lembrou que a mesma ilha foi usada por Milton Friedman, no primeiro capítulo do livro Money Mischief, de 1994, para ilustrar o aparente absurdo do sistema de moeda fiduciária.
- Os 11 próximos emergentes.
- Um mapa de estereótipos inúteis.
- Enquete impertinente: agora que o BNDES desistiu de participar da brincadeira Pão de Açúcar - Carrefour, qual vai ser o próximo mico em que o banco vai se meter? Financiar o trem-bala sozinho? Ajudar na transferência do Tevez do Manchester City para o Corinthians?
- Hoje é aniversário de 26 anos do Live Aid, ou, como ficou conhecido, Dia Mundial do Rock. Tem algo mais rock & roll que o Angus Young?
- René Magritte e a Grécia, na carta trimestral da Greenlight Capital, de David Einhorn.
- O Leonardo Monasterio puxa a comparação recorrente entre análise técnica e crenças esotéricas, deu uma boa discussão.
- O Financial Times segue decretando o fim do boom econômico do Brasil.
- A The Economist acredita na Itália, desde que, claro, o custo de financiamento da dívida não entre em órbita.
- Artigo do Mansueto Almeida na Folha do domingo, sobre o BNDES.
- O dinheiro da ilha de Yap, no Pacífico: discos de pedra de três metros de diâmetro, cuja elaboração empregava 10% da população de homens adultos. Curioso seria alguém estudar o impacto de uma política monetária expansionista em um ambiente desse tipo: dobrar a base monetária aumentaria brutalmente a demanda por mão de obra, com todas as consequências. Seria o sonho de Ben Bernanke & companhia.
Update: um comentarista anônimo e mais letrado do que este escriba lembrou que a mesma ilha foi usada por Milton Friedman, no primeiro capítulo do livro Money Mischief, de 1994, para ilustrar o aparente absurdo do sistema de moeda fiduciária.
- Os 11 próximos emergentes.
- Um mapa de estereótipos inúteis.
- Enquete impertinente: agora que o BNDES desistiu de participar da brincadeira Pão de Açúcar - Carrefour, qual vai ser o próximo mico em que o banco vai se meter? Financiar o trem-bala sozinho? Ajudar na transferência do Tevez do Manchester City para o Corinthians?
- Hoje é aniversário de 26 anos do Live Aid, ou, como ficou conhecido, Dia Mundial do Rock. Tem algo mais rock & roll que o Angus Young?
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segunda-feira, 4 de julho de 2011
Leituras do 235º aniversário dos EUA
Aproveitemos a paradeira nos mercados para colocar as leituras em dia:
- Festival de notícias e análises sobre o Brasil mundo afora: Roger Cohen, do NYT, evoca a clássica frase de Tom Jobim (O Brasil não é para amadores) para ressuscitar o termo "convergência"; a Bloomberg fala sobre a morte de Itamar Franco; o Wells Fargo contribui para a discussão sobre o nosso câmbio; a BBC discute as possíveis bolhas do país; a Economist opina sobre a briga pelo varejo e, gran finale, um paper do Fed estuda nosso sistema de depósitos compulsórios e seu papel durante a crise, abrindo com uma citação do nosso fiel timoneiro nesse mar de instabilidade.
- George Soros, Niall Ferguson, Paul Krugman, Nouriel Roubini & cia discutem a crise (NY Review of Books).
- O Lauro Martins testa a teoria da normalidade dos retornos para o Ibovespa.
- Um novo blog sobre a América Latina, vista dos EUA (dica do IKN).
- Mais um artigo de Barry Eichengreen sobre o fim do dólar. Para os mais práticos, ele acha que a moeda americana ainda deve perder mais 20%.
- Uma entrevista curtinha com Hugh Hendry. O YouTube não está funcionando hoje no meu Chrome, alguém com o mesmo problema?
- 10 curiosidades da teoria econômica.
- As 14 maiores ideias do ano, até agora (The Atlantic).
- 2000 anos de história da Europa, em mapas (dica da Aline).
- Aberta a temporada de apostas para o Nobel de Literatura (via Marginal Revolution).
- Sobre o Google+.
- Rudresh Mahantappa é o melhor saxofonista (alto) do ano. Eu já sabia :-P
- Festival de notícias e análises sobre o Brasil mundo afora: Roger Cohen, do NYT, evoca a clássica frase de Tom Jobim (O Brasil não é para amadores) para ressuscitar o termo "convergência"; a Bloomberg fala sobre a morte de Itamar Franco; o Wells Fargo contribui para a discussão sobre o nosso câmbio; a BBC discute as possíveis bolhas do país; a Economist opina sobre a briga pelo varejo e, gran finale, um paper do Fed estuda nosso sistema de depósitos compulsórios e seu papel durante a crise, abrindo com uma citação do nosso fiel timoneiro nesse mar de instabilidade.
- George Soros, Niall Ferguson, Paul Krugman, Nouriel Roubini & cia discutem a crise (NY Review of Books).
- O Lauro Martins testa a teoria da normalidade dos retornos para o Ibovespa.
- Um novo blog sobre a América Latina, vista dos EUA (dica do IKN).
- Mais um artigo de Barry Eichengreen sobre o fim do dólar. Para os mais práticos, ele acha que a moeda americana ainda deve perder mais 20%.
- Uma entrevista curtinha com Hugh Hendry. O YouTube não está funcionando hoje no meu Chrome, alguém com o mesmo problema?
- 10 curiosidades da teoria econômica.
- As 14 maiores ideias do ano, até agora (The Atlantic).
- 2000 anos de história da Europa, em mapas (dica da Aline).
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terça-feira, 17 de maio de 2011
Gráficos do dia - Bancos
Da reportagem especial da The Economist desta semana, sobre bancos (dá para baixar um pdf com a reportagem inteira aqui).
Como curiosidade: os ativos dos maiores bancos brasileiros, como percentual do PIB. Somos iniciantes nesse negócio de alavancagem.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
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