Mostrando postagens com marcador Ásia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ásia. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Japão

Achei que esta semana ia ter tempo para fazer um post sobre o PIB e outro falando da metade do mandato de dona Dilma; acabou que estou no aeroporto, xingando a conexão gratuita e vai ficar tudo para a volta, quando, provavelmente, só vou ter paciência para fazer os insuportáveis textos de "melhores do ano" e contar os dias para estourar a champanhe de boas-vindas a 2013.

Estou indo ao Japão, estudar o curioso fenômeno da semelhança entre o mapa do país e sua curva de Phillips (ver abaixo, mais aqui). Espero que os eventos por lá nesses dias não atrapalhem a pesquisa de campo. O blog fica em hibernação até dia 18.


P.S. VAI CURÍNTIA!

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Leituras da Semana

- Cortesia do J.P. Morgan Asset Management, um guia para os mercados globais nesse último trimestre do ano.

- PIMCO sobre o impacto da queda dos juros no Brasil.

- A Atlantic Media lançou o Quartz, um projeto ambicioso de jornalismo voltado a alguns temas que surgiram depois da crise de 2007 / 2008. Tem valido a pena acompanhar.

- John Quiggin revisita, 82 anos depois, um dos ensaios clássicos de Keynes, Economic Possibilities for our Grandchildren.

- Um bestiário ilustrado das criaturas que povoam a blogosfera econômica.

- Uma crônica deprimente do escritor Gary Shteyngart sobre a American Airlines.

- O riquíssimo relatório sobre educação da OECD.

- Comparação entre as composições de gastos familiares no Brasil, Índia, China, Rússia, Egito, Turquia, Indonésia e Arábia Saudita.

- "Economists have correctly predicted nine of the last five recessions."

- Ótima matéria da Economist sobre a queda do uso de carros no mundo desenvolvido.

- Como é crescer Gangnam-style.

- 211 anos de mudanças políticas em um GIF animado.

- Dois bons obituários de Eric Hosbawm: no NY Times e na Jacobin.

- Filmes por gênero, de 1908 a 2012.

- Meio atrasado, mas ainda relevante: como a escuridão tem permeado a cultura pop. Trecho brilhante: "These are dark stories about a man in a dark suit driving a dark car through dark streets thinking dark thoughts while darkly fighting dark men doing dark deeds in the dark of night."

- Entrevista com Randall Munroe, do xkcd.

- Zumbis da proatividade, deve ter um perto de você.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Mundo piorando?

Alguns gráficos animadores e algo subversivos do (ótimo) último relatório de comércio e desenvolvimento da UNCTAD:

- Desigualdade entre países vêm caindo, de forma mais acelerada desde o início deste século:


- Desigualdade entre homens e mulheres em tendência de queda - mais acelerada na América Latina do que no mundo desenvolvido:


- As impressionantes histórias de sucesso do Japão e Coreia do Sul (da China ainda não dá para dizer o mesmo):

- A maioria dos países da América Latina têm conseguido distribuir renda com a bonança nos termos de troca:

- Para estragar um pouco o tom Poliana: nem a Noruega escapa de queda no imposto de renda para os 1% mais ricos da população.


terça-feira, 28 de agosto de 2012

Leituras da Semana

Legítimo representante do "nobre povo"
- Um caveat emptor para os compradores de ações no México.

- Pastore, Gazzano e Pinotti sobre a estagnação da produção industrial no Brasil.

- Dilma na capa da edição da Forbes com as mulheres mais poderosas do mundo.

- A Bloomberg descobriu a mulher mais rica do Brasil.

- PIMCO sobre a "japanização" do mundo desenvolvido.

- Timothy Garton Ash na Foreign Affairs sobre a história do euro.

- Uma história dos regimes de câmbio no mundo.

- O FRED, ótima base de dados do Fed de St. Louis, agora tem versões para tablets e celulares (sei lá, deve ter um tipo de pessoa que sente uma vontade incontrolável, durante um jantar, de checar como anda a criação de empregos nos EUA).

- Algumas coisas que é bom estudar caso queira discutir política externa a sério.

- Uma lista de leitura sobre economia comportamental, por Michael Mauboussin, da Legg Mason.

- Como se explica o sucesso da The Economist.

- Por que estudar Ayn Rand?

- Virou filme a história do ilustre desconhecido Aristides de Sousa Mendes: cônsul de Portugal em Bordeaux durante a Segunda Guerra, emitiu cerca de 30 mil vistos para refugiados (10 mil judeus, entre eles).

- Baroque Yo' Mama, judeu, nascido em Oslo, presidente dos EUA.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Leituras da Semana

Still crazy after all these years
- Um bom trabalho do FMI sobre a eterna questão dos juros altos no Brasil.

- A performance de vários ativos nos cinco anos desde o início da crise.

- Saiu a lista de indicados para o prêmio de livro de negócios do ano pelo Financial Times. Vergonhosamente, ainda não li nenhum deles. A Diane Coyle, do The Enlightened Economist, montou sua própria lista.

- Um repórter do Spiegel, alemão nascido na Espanha, refaz a viagem de férias da sua infância e faz uma bela crônica da crise.

- Ezra Klein, do Washington Post, andou pelo Brasil e montou uma compilação interessante de dados sobre o país.

- Raghuram Rajan volta para a Índia, para um cargo que deve ser muito, muito difícil.

- O fim dos "milagres" de crescimento.

- Grande coletânea de gráficos e dados sobre o mercado imobiliário americano.

- Galeria de fotos sobre ouro, da mineração às medalhas olímpicas.

- Última semana de links olímpicos (e eu finalmente vou ter minha vida de volta): o quadro de medalhas per capita. A final dos 100m rasos no último domingo foi a corrida mais rápida da história. Fotos dos momentos de glória em Londres (a do fundista Mo Farah abraçando o mascote é épica). A saga rocambolesca da família dos boxeadores Esquiva e Yamaguchi Falcão. Coisas estranhas acontecem quando a equipe de handebol de um país de 320 mil habitantes ganha uma medalha olímpica. Algumas lições de desenvolvimento aplicado às Olimpíadas. Hoje completa 35 anos Luciana Aymar, a "Maradona de saias", possivelmente a maior jogadora de hóquei da história, e as Leonas disputam a final olímpica contra a Holanda. Fica a torcida da casa.

- E o gráfico do dia, dessa pesquisa esculhambada do FT Alphaville:


sexta-feira, 27 de julho de 2012

Leituras da Semana

Enxergar bem é um luxo desnecessário
- As 10 maiores especulações dos últimos três séculos.

- A última carta ao investidor da Greenlight Capital, de David Einhorn.

- Bolhas na ausência de mercados são mais devastadoras, diz Robert Shiller.

- John Kay conta a parábola do boi.

- Oito jovens economistas falam sobre os possíveis rumos da dismal science.

- O mapa do Japão e sua curva de Phillips.

- O fracasso da Europa em fomentar empreendedorismo.

- O que é possível comer com uma renda abaixo da linha da pobreza em 15 países.

- Republicanos, esses socialistas.

- A história de quatro grandes impérios (espanhol, francês, português, britânico) contada como criaturas numa placa de Petri.

- Fui apresentado ao Coursera, um excelente agregador de cursos online de ótimas universidades.

- O aniversário do grande Nelson Mandela foi semana passada, mas vale ver esse vídeo da história da vida dele contada pelas redes sociais.

- Noruega, sempre dando aulas de civilização.

- Ai. Thomas. Friedman.

- O rabugento e exigente Miles Davis ouvindo alguns discos de jazz, e soltando provavelmente um dos maiores elogios que João Gilberto já recebeu: "He could read a newspaper and sound good!"

- É científico: música pop nunca foi tão barulhenta e chata.

- A relação de escritores com dinheiro.

- Porque Nicolas Cage é o maior ator de sua geração.

- O que lê Lisa Simpson.

- A Ernst & Young sobre o impacto socioeconômico da Copa 2014.

- Os inevitáveis links olímpicos: cinco livros sobre a história olímpica de Londres. O Guardian compilou seis previsões do quadro de medalhas (todas com os EUA voltando à frente da China, sem precisar apelar para a contagem de todas as medalhas ao invés de só os ouros). Xavier Sala-i-Martín e The Economist sobre os métodos por trás dessas previsões. Mais uma receita para criar potências olímpicas. O regularmente brilhante Adam Gopnik, da New Yorker, sobre os jogos. Na Foreign Policy, os oito momentos mais carregados de política da história dos jogos.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Leituras da Semana

Não tem preço
- Dylan Grice, do Societe Generale, sobre a impossibilidade de controlar resultados de processos complexos.

- David Rosenberg, economista pessimista de carteirinha, está ameaçando virar a camisa.

- Anatole Kaletsky agora tem um blog na Reuters.

- Uma aulinha da The Economist sobre como colocar 2000 anos de dados em um gráfico.

- A Foreign Affairs publicou uma série de contrapontos ao artigo pessimista com o Brasil do mês passado. De novo parei no paywall, agradeço a quem conseguir os textos e me mandar.

- Da turma do Why Nations Fail, 10 motivos que levam um país a desmoronar.

- 3x William Easterly: novo paper, que atribui quase metade do desenvolvimento global atual à colonização europeia; um cartoon sobre desenvolvimento e uma micro-opinião sobre a Rio+20.

- Há uma relação (inversa) entre índice de propriedade de imóveis e desenvolvimento?

- Deirdre McCloskey sobre os danos da intervenção estatal nos séculos XIX e XX, texto pequeno para uma discussão imensa (e ela consegue mencionar não menos que 20 autores em duas páginas - quanta gente consegue debater contra esse nível de erudição?).

- Nicholas D. Kristof visita o Irã e fala sobre os efeitos das sanções econômicas.

- Maurício Santoro sobre a Argentina, que deve entrar em recessão este ano (mas não pelos dados oficiais, claro).

- Timothy Garton Ash sobre mais um renascimento de Aung San Suu Kyi.

- Garry Wills sobre a crítica de Mangabeira Unger a Obama e o dilema ideal x possível em política.

- O grande Costa-Gavras sobre a Grécia.

- Calvin & Haroldo para entender a política no Egito.

- Karl Marx foi parar num cartão de crédito. Treme o Highgate Cemetery.

- Cartazes maximalistas de ídolos do rock.

- E há um novo vídeo da série Where the Hell Is Matt?, imperdível. Há alegria no Eixo do Mal:

sábado, 16 de junho de 2012

Comecemos a nos preocupar

A China planeja construir o edifício mais alto do mundo (838m), em três meses, em Changsha, capital da província de Hunan (que, com 7 milhões de habitantes, não está entre as 30 maiores cidades do país - !!!). O porquê da preocupação? Veja no (ótimo) Humble Student of the Markets.


P.S. Poucos sabem que a versão correta desse gráfico é esta aqui.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Frases do Dia - sobre ações & goma de mascar

"I was asked yesterday whether the shares will cost 100 tenge ($0.68). Frankly speaking, we wouldn’t like to sell the shares of the national companies at 100 tenge each. We are calling the citizens to treat the shares responsibly and seriously. If they cost 100 tenge, it will be the same as buying a chewing gum or a candy. This means that the attitude to purchasing stock will be initially wrong."

A contribuição de Kuandyk Bishimbayev, vice presidente do fundo soberano do Cazaquistão (Samruk-Kazyna), para a teoria de finanças. O fundo começa em outubro o programa chamado de "IPO do Povo", que vai privatizar parcialmente várias das dezenas de empresas estatais do país. A primeira companhia a ter ações vendidas será a transportadora de petróleo KazTransOil, e em breve o público poderá ser sócio da maior mineradora de urânio e companhia com o nome mais invocado do mundo, a Kazatomprom (serviria bem também como onomatopeia para um tombaço).

Mais aqui. h/t: Ashby Monk.

São Paulo e Rio, ficando menos caras...

... ao menos para expatriados. Hoje saiu o ranking de custo de vida nas principais cidades do mundo, publicado pela Mercer. De acordo com o estudo, São Paulo é a 12ª mais cara (era 10ª no ano passado) e o Rio passou de 12ª em 2010 para 13ª este ano. Ambas seguem mais caras que, por exemplo, Oslo e Copenhague. No topo da tabela, Tóquio passou Luanda. Aí vai a pesquisa completa:

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Leituras da Páscoa

- Capitalistas de todos os credos deveriam parar para ler esse excelente texto de John Lanchester para a London Review of Books sobre os acertos e erros de Karl Marx, 193 anos depois de seu nascimento (dica: Bruno Borges).

- Um bom relatório do Santander sobre a indústria brasileira e os fatores que determinam sua produtividade.

- Na Grécia, falta dinheiro para treinar a equipe olímpica de atletismo. O colapso das vendas no varejo.

- Juros para hipotecas nos EUA podem estar muito baixos, mas há tempos os padrões de crédito não eram tão exigentes.

- Barry Ritholtz, do The Big Picture, indica cinco livros sobre as causas da crise financeira.

- A Argentina regride ao escambo, e faz importadoras trocarem vinho e amendoim por carros.

- Paul Krugman compara as recuperações econômicas de Islândia e Letônia.

- Um gráfico para exemplificar o atraso brasileiro na educação.

- Compilação das críticas de livros que Nassim Taleb escreveu na Amazon.

- Antoine Danchin, professor de medicina, sobre antifragilidade na natureza.

- Janteloven em números: os escandinavos estão entre os que menos dão importância para riqueza ou consumo.

- Por que o Haiti é tão pobre?

- O fundo soberano do greatest country in the world avisa: "The stock market is, in fact, a sophisticated tool. It is unpredictable, and therefore all citizens of Kazakhstan should approach investment in shares of national companies seriously and deliberately."

- A tentativa nazista de controlar o... jazz - proibição de tocar o baixo em pizzicato, limite de 10% de síncopes por composição...

Bom feriado aos leitores, segunda-feira estou de volta.


sexta-feira, 2 de março de 2012

Gráfico do dia - chineses, conhaque e relógios suíços

Via Zero Hedge, uma maneira interessante de olhar para a "emergência" da China (clique para aumentar).


sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Leituras da ressaca pós-Carnaval

- A Barron's entrevistou Hugh Hendry, que andava sumido. Pérola recolhida: "I am an existentialist. To my mind, the three most important principles when it comes to investing are Albert Camus' principles of ethics: God is dead, life is absurd and there are no rules."

- Dois novos blogs para adicionar à lista de leituras: o flamboyant Xavier Sala-i-Martín, de Columbia e Daron Acemoglu (MIT) / James Robinson (Harvard), que lançam no mês que vem o esperado Why Nations Fail. O livro se propõe a responder a pergunta de vários milhões de dólares do desenvolvimento (meu chute é que é mais fácil determinar porque países dão errado do que conseguir identificar o que leva ao sucesso).

- Timothy Garton Ash defende a busca de uma estratégia de crescimento para a Grécia, não tenho como concordar mais. No Kathimerini, uma defesa do euro; na The Economist, ex-banqueiros centrais da Argentina e do México dizem porque acham que a Grécia não deve sair da moeda única.

- Christina Romer, ex-conselheira econômica de Obama, indica quatro livros sobre a Grande Depressão.

- Simon Wren-Lewis, de Oxford, sobre a polarização da macroeconomia após a crise.

- Eduardo de Carvalho Andrade, do Insper, explicando porque não existe milagre no crescimento chinês (e porque árvores não crescem até o céu).

- Duas boas análises do Nomura: Richard Koo argumenta que os banqueiros centrais e políticos ainda não entenderam a natureza da crise e insistem apenas no estímulo monetário; Bob Janjuah segue preocupado e afirma que os preços da onça de ouro (hoje em US$ 1.780) e do índice Dow Jones (13.000) vão se encontrar nos próximos anos.

- Recomendado por Dani Rodrik, texto do NY Times sobre a Apple e os empregos que a China absorveu. Ele argumenta que a produção não segue nenhum critério de vantagem comparativa, mas não vejo como não acreditar que a China possui essa vantagem para quase qualquer atividade que exija trabalho semi-qualificado intensivo.

- Como a internet pode ameçar a serendipity.

- Domingo é dia de Oscar (zzzzzzzzzzzzzz). O Valor fez uma ótima análise do zeitgeist americano pelos filmes indicados. Para os maníacos por dados, doze maneiras criativas de visualizar informações sobre filmes (via Alex Bellos). Quantos Oscar Meryl Streep deveria ter.

- Quanto custaria construir a Estrela da Morte (boa motivação para Dr Evil em um futuro filme da série Austin Powers).

- Kassab também olha para coisas.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Frases do dia - BRICs, pelo criador

Ele nos juntou e agora vem com essa?
"Esses quatro países compartilham muito pouco: dois são democracias, dois não; dois são produtores de commodities, dois não; Brasil e Rússia têm nível semelhante de riqueza, a Índia está muito atrás. O resultado é que os países têm prioridades muito diferentes. Eles não conseguiram nem concordar em relação a um nome para liderar o FMI quando Strauss-Kahn saiu."

Jim O'Neill, da Goldman Sachs, dizendo o evidente que às vezes deixa de ser enxergado (está na Folha de hoje). Falei sobre o tema aqui.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Um passeio por bancos centrais pouco falados

1. O Banco Central da Nova Zelândia deve ter batido algum recorde de transparência ao anunciar sua vaga de presidente na seção de procura de executivos na The Economist. Interessados têm até dia 27 de Fevereiro para mandar o currículo.


2. Como opera o Banco de Reserva da Índia.

3. A combinação de moderação e certa imprevisibilidade do banco central da Malásia.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Leituras da Semana

祝福大家新年快樂!!!

- 222 anos de juros longos nos EUA - já foram mais baixos do que agora, nos anos após a II Guerra.

- Discurso de Raghuram Rajan para a American Finance Association, defendendo a ligação entre Wall Street e Main Street e a importância de um mercado acionário vibrante.

- Will Hutton, de Oxford, recomenda cinco livros sobre justiça social e desigualdade (um do Rajan, entre eles).

- Música pop como indicador antecedente dos mercados (dica Balu, paper original aqui). Abordagem diferente do que o Robert Prechter costuma fazer.

- David Einhorn sobre 2011 e a crise, sempre relevante.

- Contra a austeridade fiscal em tempos de crise: Robert Shiller e Richard Koo.

- Lord Skidelsky provoca: dívida realmente importa?

- Alguém teve a paciência de contar as risadas nas reuniões do Fed para quais as transcrições estão disponíveis. Vai ficar interessante quando liberarem as de 2008.

- Ouvido no elevador da Goldman Sachs: matéria no FT e o twitter.

- Tentar imitar o "milagre" de desenvolvimento do Sudeste Asiático pode ser difícil. Falando em Ásia, o Japão, para minha surpresa, fechou 2011 com um déficit comercial, o primeiro desde 1963.

- A The Economist entrevista FHC.

- Eike para presidente, novo marco na sabujice do colunismo brasileiro.

- Vladimir Safatle sobre a Tunísia, primeira de uma série de visitas ao mundo árabe pós-revoluções.

- Existem leis fundamentais para cozinhar? Os quants invadem a cozinha.

- A solidão das Guianas, nossos vizinhos menos prestigiados.

- Pico Iyer sobre os benefícios de se desligar da vida digital.

- Frank Zappa como Jeff "The Dude" Lebowski e outros fantásticos elencos alternativos.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Gráfico do dia - Brasil e China, 2002-2011

Pode escolher entre vantagens comparativas ou desindustrialização; por enquanto, não há como negar que a vida do brasileiro médio melhorou desde então.



Mais na última The Economist.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Gráfico do dia - corrida para o fundo (ou: virando japonês)

Nunca antes na história da humanidade foi tão barato para alguns governos financiarem suas dívidas (e, para provar que esse negócio de economia e mercados é esquisito, nunca o estoque de dívida foi tão grande - títulos públicos são bens de Giffen?). Este ano, partem de patamares muito parecidos EUA, Alemanha, Canadá e Reino Unido - créditos de qualidades e moedas muito distintas entre si. Outro fato interessante é que os juros na Suíça já são menores que no Japão - também dois países em situações bastante diferentes.


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Gráfico do Dia - Japão x EUA e Europa

De uma matéria na última The Economist que sugere que talvez o Japão não tenha sido, na última década, o completo fracasso econômico do qual às vezes se fala (pelo menos com relação ao resto do mundo desenvolvido).